
Em caso de primeira visitação, recomendamos a leitura de nossa primera postagem, em 06 de julho de 2009, "O karatê que nós praticamos". Seja bem-vindo. OSS.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
QUE MUNDO ESTÃO CONSTRUINDO PARA OS NOSSOS FILHOS?
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
EXERCÍCIOS ISOTÔNICOS E ISOMÉTRICOS
sábado, 21 de agosto de 2010
A COMPETIÇÃO
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
ALGO QUE VEM ME PREOCUPANDO
a) Todas as vezes que vou à igreja, percebo que a partir de um determinado momento as pessoas ficam inquietas e começam a olhar para o relógio repetitivamente, dando a nítida impressão de que já não suportam mais o pregador, os louvores e o culto a Deus. A coisa fica tão complicada que alguns conversam, outros ficam saindo e entrando no templo, e outros dormem tanto que chegam a babar! E pasmem, muitas vezes essas pessoas são parentes dos dirigentes ou os próprios dirigentes. Parece que essas pessoas pensam que estão acima de tudo e de todos, talvez pensem que são tão especiais que não precisam ter compromissos com Deus. Eu resumo tudo isso com uma frase: falta de respeito.
b) As poucas vezes que consigo reunir um pequeno grupo de amigos para conversarmos sobre vários temas edificantes, a história se repete: todos estão apressados, ninguém tem muito tempo para ouvir sobre assuntos sérios que falem de valores morais, de fidelidade e amor verdadeiro. Todos dizem que já está tarde, que precisam ir para casa cedo, etc. Enfim, ninguém se interessa muito por esses assuntos! Entretanto, milhares de pessoas bebem como camelos e conversam besteiras por tempo indeterminado; milhares de pessoas têm todo o tempo do mundo para falar mal dos outros, para envenenar a vida do próximo, mas pouco ou nenhum tempo para falar sobre as coisas de Deus, para falar sobre Deus... Que pena!
DEFENDER-SE OU ATACAR; EIS A QUESTÃO
Quando o Karatê se fundiu as filosofias do Budô, essa questão passou a fazer parte dos conflitos entre os praticantes e duas linhas antagônicas passaram a coexistir entre os mestres daquela época. Uns defendiam o Karatê como uma arte essencialmente pacífica, portanto seria inadmissível iniciar qualquer peleja atacando o adversário; outros pensavam no Karatê como arma de guerra (como arte marcial), portanto defendiam a tese de que o adversário deveria ser destruído com o primeiro e único golpe.
Fazendo uma viagem ao passado, podemos entender o Karatê original como um método de defesa pessoal que foi criado para enfrentar (com as mãos vazias) adversários fortes, bem treinados e, sobretudo, bem armados. Nós acreditamos que nesses casos o ataque funcionava como uma defesa que, se falhasse, não haveria oportunidade de uma segunda tentativa. Entretanto, se o confronto fosse iniciado com uma defesa, essa teria que ser absolutamente precisa e precedida de um ataque definitivo (ippon).
Mesmo havendo duas vertentes distintas, no que se refere ao início de uma peleja, ambos convergiam para um mesmo ponto: tanto as defesas quanto os ataques precisavam ser eficientes. Mas, com o passar dos anos, com a divulgação do Karatê por todos os continentes, com a proliferação de dojos (salas de aulas onde se praticam o Karatê) em todas as esquinas e competições acorrendo em todos os finais de semana, infelizmente o Karatê afastou-se demasiadamente do seu objetivo (defesa pessoal) se tornando em algo que pouco lembra aquilo que seus criadores idealizaram.
Hoje nos deparamos com uma situação de perigo igual (ou superior) aquela vivida pelos precursores do Karatê. Encontramos-nos abandonados pelos gestores da segurança pública do nosso País, e desarmados, diante de bandidos cruéis e fortemente armados! Daí a necessidade de nos preparar diariamente com técnicas eficientes de defesa pessoal, sem nos preocupar se temos de iniciar uma luta desferindo uma defesa ou um ataque.
