quarta-feira, 10 de abril de 2013

FOTO - Aula de Primeiros Socorros na Leiaut

Professor Hélio Simões ministrando aula de Primeiros Socorros (APH), no Curso de NR10, da Escola Técnica LEIAUT, em março de 2013.

Professor Hélio Simões ministrando aula de Primeiros Socorros (APH), no Curso de NR10, da Escola Técnica LEIAUT, em março de 2013.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Aulas de Karatê em Aldeia, PE

Aulas de Karatê Shotokan ministradas pelo professor Hélio Simões na UNAT, Aldeia, Pernambuco. Contato: (81) 87463440

O professor Hélio Simões está ministrando aulas de Karatê (Shotokan) na UNAT, em Aldeia, Kilômetoro 4,5.

Trata-se de um projeto especial focado na defesa pessoal e edificação do ser humano.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Avaliação Primária

Ao chegar à cena, o socorrista deverá inicialmente verificar as condições de segurança e prevenir-se escolhendo adequadamente seus equipamentos de proteção individual (EPIs).

A avaliação primária é sempre o primeiro passo do socorrista após a verificação de segurança no local do acidente. Podemos conceituá-la como sendo um processo ordenado para identificar e corrigir de imediato, problemas que ameacem a vida em curto prazo.

O socorrista deverá posicionar-se de joelhos ao lado da vítima e executar rapidamente, geralmente em um prazo inferior a 45 segundos (10 segundos é o ideal), a avaliação para determinar as condições de saúde da vítima.

Lembre-se: O propósito da avaliação primária consiste na identificação e correção imediatas das falhas no sistema respiratório e/ou cardiovascular, que representem risco iminente de morte ao vitimado.

Observações importantes:

  1. Após ser confirmada a ausência de pulso iniciam-se imediatamente as compressões cardíacas externas;
  2. Ao efetuar a contenção de uma hemorragia, o socorrista deve sentir a pulsação da maior artéria que passa abaixo da área lesada;
  3. Nunca devemos retirar um curativo, para colocar outro, pois, estaremos desperdiçando todas as plaquetas já formadas. Devemos colocar outro por cima do existente;
  4. Nunca se deve garrotear (procedimento improvisado que só deve ocorrer em sacos de amputação ou esmagamento de membros) um membro com hemorragia. Esta atitude só vai agravar o sangramento, pois, as artérias continuarão levando sangue, que não voltará pelas veias (bloqueadas).

Essas normas gerais de atendimento são úteis, pois fornecem uma orientação ao socorrista de que sinais precisam ser identificados e tratados de modo prioritário. Esta prioridade é determinada pela gravidade, pois o objetivo inicial do atendimento é o da preservação da vida. Em síntese: A prioridade é a manutenção da vida!

Todas as precauções devem ser tomadas durante os exames e manipulação da vítima, a fim de evitar a contaminação do socorrista por agentes infecciosos, por produtos químicos (tóxicos, corrosivos, radioativos) presentes na superfície do corpo do acidentado, por seu sangue e/ou suas secreções. Devendo-se usar luvas e, dependendo da situação, máscaras e óculos de proteção, durante todo o socorro ao vitimado. O socorrista deverá ter o máximo cuidado no manuseio de materiais de corte (tesouras, bisturis, canivetes), vidros, objetos pontiagudo, etc.

O crescente número de vítimas que apresentam infecções pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), hepatite B e hepatite C, aumenta o risco do socorrista ao se expor a sangue e outras secreções orgânicas procedentes de acidentados infectados. É, pois, essencial que os socorristas considerem todas as vítimas de traumas como potencialmente infectadas e empreguem durante todo o socorro, as regras de segurança individual (precauções universais) para minimizarem os riscos de exposição.

No socorro pré-hospitalar, definimos como equipamentos de proteção individual (EPI) a todo dispositivo destinado à proteção da integridade física do socorrista, durante a realização de atividades onde possam existir riscos potenciais a sua pessoa. Os principais EPIs são as luvas de látex descartáveis, diafragmas (máscaras de resgate), os óculos e máscaras faciais de proteção e, as próprias roupas do socorrista. Além dos EPIs, o socorrista deve preparar também materiais básicos de atendimento, tais como: colar cervical, tesoura para cortar roupas e lanterna para o exame pupilar.

Quer saber mais sobre Primeiros Socorros?
Nós ministramos Cursos de Primeiros Socorros para capacitação de profissionais da indústria, comércio, esportes, educação e público em geral. Nosso objetivo é habilitar pessoas interessadas, para executarem um atendimento pré-hospitalar (APH), visando à manutenção das funções vitais da vítima até a chegada do suporte avançado.

Duração do curso:
- Oito horas divididos em dois blocos:
Primeiro bloco teoria, segundo bloco revisão e prática.
- Dez horas divididos em três blocos:
Primeiro bloco teoria (três horas e meia), segundo bloco revisão e prova (três horas e meia) e o terceiro bloco aula prática (três horas).

Faça contato conosco pelo e-mail: helio.simoes1@gmail.com
Telefone: (81) 3494.4027;
Celular: (81) 8746.3440.

ABC do Trauma (Procedimentos atualizados)

ABC do Trauma são os procedimentos protocolares criados para serem executados por profissionais da área de saúde e leigos treinados, nos casos de traumas. Esses procedimentos são conhecidos também como Primeiros Socorros e fazem parte do Suporte Básico à Vida.

Primeiros Socorros, portanto, são as medidas iniciais e imediatas dedicadas à vítima, fora do ambiente hospitalar, executadas por qualquer pessoa, treinada, que tem como objetivo garantir a vida, proporcionar bem-estar, evitando o agravamento das lesões existentes, até a chegada do Suporte Avançado.

Significado detalhado do ABC do trauma:
A = Air (vias aéreas), permeabilização das vias aéreas. Deve ser estabelecida uma via patente para assegurar a oxigenação e a troca de gases adequada. Embora muitas vítimas com trauma necessitem de intubação endotraqueal, outras formas, como as manobras de elevar o queixo ou a mandíbula, podem ser usadas para manter as vias aéreas patentes temporariamente (essas manobras devem ser executadas por socorristas treinados);
B = Breathing (boa respiração), ventilação. Uma bolsa de AMBU ou um diafragma podem ser necessários em um paciente que não esteja respirando espontaneamente após uma lesão ou que necessite de paralisia farmacológica para intubação;
C = Control (circulação), pulso – coração está batendo? Há alguma hemorragia importante? Caso haja uma hemorragia de grande proporção, ela deve ser contida e na ausência de pulso as massagens cardíacas externas devem ser iniciadas imediatamente.

Observação: Durante algum tempo, o Atendimento Pré Hospitalar em casos de traumas, foram realizados nessa ordem: ABC. Hoje a ordem é CAB, mas a orientação é que os socorristas não ajam de forma unicamente protocolar, robotizada, e sim, de acordo como se apresenta cada caso.

Por que essa mudança?
Essa mudança ocorreu porque se perdia muito tempo precioso vendo, ouvindo, sentido e tentando encontrar algo que pudesse está obstruindo a passagem de ar, quando o paciente já estava em parada cardíaca.

Vamos mostrar as diferenças principais entre os procedimentos protocolares de antes e os de hoje, em casos de traumas:

PRIMEIRO
Antes Hoje
01 – Avaliar a cena;
02 – Determinar nível de consciência;
03 – Pedir auxílio se a vítima estiver inconsciente;
04 – Abrir as vias aéreas;
05 – Verificar respiração; → se ausente –
06 – Ventilar duas vezes;
07 – Apalpar pulso; → se ausente –
08 – Iniciar compressão torácica.
01 – Avaliar a cena;
02 – Pedir auxilio se a vítima estiver inconsciente;
03 – Apalpar pulso; → se ausente –
04 – Iniciar compressão torácica até a chegada do suporte avançado, ou até que o pulso volte.

SEGUNDO
Antes Hoje
01 – A Desobstrução das vias aéreas;
02 – B Suporte respiratório e
03 – C Suporte circulatório.
01 – C Suporte circulatório;
02 – A Desobstrução das vias aéreas;
03 – B Suporte respiratório.

TERCEIRO
Antes Hoje
O reconhecimento da existência de obstrução das vias aéreas podia ser feito pela incapacidade de ouvir ou perceber qualquer fluxo de ar pela boca ou nariz da vítima e observando a retração respiratória das áreas supra claviculares, supra external e intercostal. A cor da pele azulada (cianótica) é um indicativo claro de engasgo, parada cardiorrespiratória e envenenamento.

Quer saber mais sobre Primeiros Socorros?
Nós ministramos Cursos de Primeiros Socorros para capacitação de profissionais da indústria, comércio, esportes, educação e público em geral. Nosso objetivo é habilitar pessoas interessadas, para executarem um atendimento pré-hospitalar (APH), visando à manutenção das funções vitais da vítima até a chegada do suporte avançado.

Duração do curso:
- Oito horas divididos em dois blocos:
Primeiro bloco teoria, segundo bloco revisão e prática.
- Dez horas divididos em três blocos:
Primeiro bloco teoria (três horas e meia), segundo bloco revisão e prova (três horas e meia) e o terceiro bloco aula prática (três horas).

Faça contato conosco pelo e-mail: helio.simoes1@gmail.com
Telefone: (81) 3494.4027;
Celular: (81) 8746.3440.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Uma Forma Diferente de Divulgar o Karatê em Pernambuco (parte 2)



Primeira - Por que os alunos viviam tão motivados numa época onde passávamos anos treinando sem realizarmos exames de faixas e sem participarmos de competições?
Pode ser uma questão de modismo, dirão alguns, quando tentam justificar o esvaziamento dos dojos de karatê. Mas não creio que seja esse o motivo; até porque já faz mais de duas décadas que esse esvaziamento começou.
É a falta de apoio da mídia, dirão outros. Pode até ser em parte, mas eu creio que não, porque na época em que eu tinha o meu dojo cheio de alunos em qualquer lugar que ensinasse, a única forma de divulgação que dispunha era o velho boca-a-boca.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Uma Forma Diferente de Divulgar o Karatê em Pernambuco (parte 1)


OBJETIVO: Divulgar o Karatê motivando os professores e os atletas.

INTRODUÇÃO
Não é possível continuarmos pensando em divulgar o Karatê sem dar a devida importância aos professores, que são os principais personagens dessa história que vem sendo contada no Brasil desde os primeiros imigrantes japoneses. Creio que todo o esforço é pouco para reconhecer o devido valor desses profissionais que precisam buscar fontes alternativas para sobreviver com o mínimo de dignidade, quando extrair o seu sustento do ensino é quase impossível. Por sua vez as federações e confederações se preocupam apenas em promover competições (que a cada dia atrai menos atletas e púbico) e nas cobranças de taxas para cobrir despesas que deveriam ser assumidas por patrocinadores. Nós sabemos que tanto as federações quanto as confederações precisam de receitas para cobrir seus custos, mas não podemos aceitar resignados o atropelar dos professores e atletas com taxas altíssimas (para a realidade financeira da maioria), em detrimento dessas entidades que nada fazem para ajudar os professores que lutam diariamente para manter os alunos nos dojos. Desde as primeiras federações e confederação surgidas em nosso país, nenhum presidente chegou para nos perguntar como estava a frequência dos nossos alunos, mas as cobranças sempre chegaram (acompanhadas muitas vezes de ameaças).

terça-feira, 26 de junho de 2012

Por que é tão difícil perdoar?


Todos sabem da importância do perdão.
Todos sabem que muitas vezes, o perdão é mais importante para quem perdoa do que para quem é perdoado.
Todos sabem que muitas doenças são desenvolvidas naqueles que não conseguem perdoar.
Todos nós sabemos que quase sempre perdoamos apenas da boca para fora.
Todos sabem que precisamos perdoar com todo o nosso coração.
Então, por que é tão difícil perdoar, se sabemos do mal que nos faz guardar ressentimentos em nossos corações?